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Já Alguma Vez (tradução livre para português) Já alguma vez Já alguma vez tiveste um Já alguma vez tiveste um daqueles Já alguma vez tiveste um daqueles dias Já alguma vez tiveste um daqueles dias, rapaz Já alguma vez tiveste um daqueles dias Quando nada bate certo de manhã à noite Já alguma vez tiveste um daqueles dias Já alguma vez tiveste um daqueles dias
Levantas-te de manhã e abres a torneira do chuveiro E apanhas pneumonia porque não há água quente A tremer e a espirrar Só queres é secar as costas, bem Já alguma vez tiveste um daqueles dias Em que nem sequer há uma tolha no toalheiro
Já alguma vez tiveste Já alguma vez tiveste uma Já alguma vez tiveste uma daquelas raparigas, rapaz Já alguma vez tiveste uma daquelas raparigas Que é toda simpática Mas fria como o gelo Já alguma vez tiveste uma daquelas raparigas, sim Já alguma vez tiveste uma daquelas raparigas Sim! Raparigas, raparigas, raparigas, raparigas, raparigas, raparigas, raparigas, raparigas Estás num drive-in para ver um filme Com uma linda morena A contar pelos beijos, calculas que podes ir mais longe Aproximas-te, aproximas-te, depois ela grita, “Pára!” Já alguma vez tiveste uma daquelas raparigas Que só quer ver o espectáculo Espectáculo, espectáculo, espectáculo, espectáculo, espectáculo, espectáculo, espectáculo
Já alguma vez tiveste um Já alguma vez tiveste um daqueles Já alguma vez tiveste um daqueles dias Já alguma vez tiveste um daqueles dias, rapaz Já alguma vez tiveste um daqueles dias Quando nada bate certo de manhã à noite Já alguma vez tiveste um daqueles dias Já alguma vez tiveste um daqueles dias Estás num pic-nic de Domingo E depois começa a chover Corres pelo meio das urtigas, coças-te até ficares dorido Lá vêm as formigas a dançar, para levar o pão Já alguma vez tiveste um daqueles dias Que mais valia teres ficado na cama
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